Antes de tudo… Você sabe o que é um insight? Te resumo com uma só palavra: EURECA!

Diz a lenda que o famoso químico Arquimedes recebeu a missão de descobrir se a coroa que o rei Hieron II havia encomendado era mesmo de ouro ou não. Sabe em qual momento ele descobriu a solução para seu dilema? Tomando banho! Ao mergulhar na banheira, ele notou a água transbordando e adotou a mesma estratégia para solucionar o problema… Sendo verdade ou não, o que importa aqui é o contexto da história que ilustra direitinho o que vem a ser o famoso insight.

Ter um insight significa descobrir algo importante para você, algo que você não percebia antes. Pode ser a solução para um problema do trabalho, algo sobre o funcionamento do universo ou até mesmo perceber que alguém está te paquerando. Quando você percebe a situação, sente um êxtase e precisa anotar aquela ideia / compromisso / contexto NA HORA, porque caso contrário… já era! Você nunca mais lembrará daquilo!

Mas como fazer isso quando se está todo molhado no chuveiro? Na verdade, esses momentos não acontecem apenas no banho… Pode reparar, isso é comum também na cama às 2h, no carro durante aquela pista reta ou até naquele cafezinho reflexivo da tarde.

Em 2004, o psicólogo Mark Beeman, da Universidade Northwestern, conduziu um estudo utilizando ressonância magnética funcional (fMRI) e eletroencefalograma (EEG) em voluntários enquanto tinham um insight. As principais conclusões afirmaram que durante um momento de compreensão súbita o cérebro está menos envolvido com demais processos, como informações visuais, auditivas e demais experiências sensoriais. Ou seja... distrações! Um simples ato de fechar os olhos durante alguns instantes já ajuda bastante a favorecer a originalidade.

Depois dessa informação, aposto que você lembrou daqueles momentos em que simplesmente não conseguiu mais dormir porque teve uma ideia brilhante. Isso aconteceu porque a hora de dormir pode ser um ótimo momento para se encontrar aquela solução original que você tanto procurava. Contudo, esse momento não é indicado para tomar decisões importantes, por exemplo. Nesse estado reduzimos nossa capacidade de analisar problemas, mas por outro lado aumentamos nossas percepções. Existe um estudo da Faculdade Albion nesse sentido: com desafios mentais (medindo habilidades analíticas e perceptivas) os voluntários eram testados em diferentes horários. Concluiu-se que os testes onde se exigiam mais criatividade foram resolvidos mais facilmente (pasmem) em momentos geralmente considerados de menor rendimento! Mas o horário do teste não interferiu nas questões mais analíticas. Mareike Wieth, autora do estudo, chegou na mesma conclusão que Mark Beeman: o sono reduz as atividades de mecanismos naturais inibidores de atenção (aqueles que filtram informações que parecem irrelevantes para algumas tarefas). Ou seja, a falta de concentração deixa o cérebro mais atento para coisas que em momentos mais despertos seriam consideradas desimportantes para ele.

Voltamos então para aquele problema de antes: “Ok, mas quando tenho um insight na cama quentinha… Como anotá-lo imediatamente para não perdê-lo?” A resposta sempre é a mais simples: que ferramenta está mais próxima de você nesses momentos… nosso querido celular! A captura IMEDIATA dessa informação é fundamental para você não perder a ideia e o contexto.

Sabendo de tudo isso, o IVUUP entrega mecanismos de captura de informação da maneira mais eficiente possível, justamente para você não perder NADA e evoluir sempre com as informações mais importantes para você.

Autor: Matheus Angelini V. de Oliveira