Após a revolução industrial, a forma de se enxergar as relações de trabalho mudaram drasticamente, o que antes era focado em trabalhos essencialmente manuais como agricultura e artesanato, passou a se exigir relações mais complexas de trabalho em equipe. Como por exemplo o desenvolvimento de um produto em conjunto, como a produção de carros em uma fábrica.

Entretanto muitos gestores de empresas modernas focam até hoje na produção individual do funcionário mais do que no coletivo, um exemplo disso são as promoções individuais, a competitividade entre funcionários, as metas a serem alcançadas por vendedor. Gestores tendem a se concentrar no indivíduo porque essa forma de pensar faz sentido intuitivamente. Se você quer obter o melhor desempenho para sua empresa então logicamente deveríamos obter os melhores profissionais certo? Errado, na prática não ocorre bem assim.

Em um estudo realizado em Yale, os estudantes mais rápidos ultrapassavam os mais lentos em uma proporção 10:1, ou seja, eram 10 vezes mais rápidos e tiravam as mesmas notas. Dez vezes mais rápido parece algo bastante expressivo não é mesmo, então será que as empresas deveriam se focar em só contratar as pessoas mais ágeis? Na prática isso é bastante improvável de se conseguir, então fizeram um estudo para se analisar a eficiência de times diversos. Quando foram analisados equipes ao invés de indivíduos, percebeu-se algo interessante, a proporção de produtividade era de 2.000:1. Então onde se concentrar? Nos indivíduos, com os quais é possível obter uma melhoria de 10 vezes se você conseguir fazer uma mágica e trans formar todos os seus funcionários em gênios ou nos grupos, com os quais é possível aumentar imensamente a produtividade?

No artigo “The New New Product Development Game” [O novo jogo de desenvolvimento de novos produtos], os professores Takeuchi e Nonaka listaram as características das equipes que encontraram nas melhores empresas do mundo:

1. Transcendentes: Elas têm uma noção de propósito que vai além do comum. Esse objetivo autoconcebido lhes permite ultrapassar o trivial e alcançar o extraordinário. A decisão de não se contentar com a média, mas de ser grande, muda por si só a forma como a equipe se vê e o que é capaz de realizar.

2. Autônomas: As equipes são auto-organizadas e se autogerenciam. Podem decidir como executar o trabalho e têm o poder de fazer com que suas decisões sejam cumpridas.

3. Multifuncionais: As equipes têm todas as habilidades necessárias para completar o projeto. Planejamento, design, produção, vendas, distribuição. E essas habilidades alimentam e reforçam umas às outras. Autora: Nina Schmidt

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